quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Seminário: "Cuidar no Pré-Hospitalar: Um desafio" - CVP Campo

No próximo dia 15 de Setembro, a Delegação de Campo da Cruz Vermelha Portuguesa está a organizar o I Seminário de Emergência, intitulado"Cuidar no Pré-Hospitalar: Um desafio", realizado no Auditório da Câmara Municipal de Barcelos, tendo como parceiros a Cruz Vermelha Portuguesa, o Município de Barcelos e o INEM.




Mais informações e inscrições (preço de 10€) em:
 http://iseminarioemergencia2012bcl.blogspot.pt/


Fonte: CVP Campo 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Afinal qual é a farda oficial da CVP neste momento??

Na passada Terça-Feira, dia 6 de Agosto no jornal Correio da Manhã saiu esta notícia na última página:

 

Jogador caiu durante jogo da Taça da Liga

Hernâni (Leixões) sofreu ontem uma lesão cervical, após ter caído desamparado numa disputa pela bola no jogo da Taça da Liga contra o Feirense. O jogador cabo-verdiano foi hospitalizado. (José Moreira)

 

 

 

 

Junto vem uma imagem uma foto, não esta, pois esta é a que se encontra no site (Correio da Manhã)


Agora o que perguntamos é afinal qual a farda que se tem ou se deve usar neste momento, pois pela foto parece uma junção das 2...

Polo da farda antiga e boné e calças da nova farda...


Comentem amigos e digam a vossa opinião!


Diário da CVP

quarta-feira, 25 de julho de 2012

CVP Aveiras de Cima - Apoio e ajuda no incêncio em Azambuja (22.07.2012)


No passado dia 22 de Julho deflafrou em Aveiras de Baixo, concelho de Azambuja um incêndio ao qual ocorreram 6 corporações de Bombeiros do distrito de Lisboa num total de 191 bombeiros, 57 viaturas e 3 meios aéreos.

A Delegação de Aveiras de Cima da C.V.P. também esteve envolvida com 5 viaturas (3 – 52 / B, 3 – 210 / A1, 3 – 206 / A2, 3 – 209 / A2, 3 – 15 / CC (Coordenação de Emergência) num total de 18 socorristas.

Tratou da evacuação da população ameaçada pelo incêncio, coordenação de meios de socorro e apoio logístico a todas as corporações de Bombeiros envolvidas, assim como assegurar as emergências pré-hospitalares do Concelho de Azambuja.






Notícia SIC





Fonte: CVP Aveiras

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Direcção diz que acórdão do Supremo Tribunal não anula decisões‏

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) emitiu na passada sexta-feira uma nota onde considera que a decisão judicial de anular uma deliberação de uma assembleia-geral da instituição não invalida decisões tomadas posteriormente, como defende o autor da acção, avança a agência Lusa.

A contestação judicial da assembleia, realizada em 2007, foi feita pelo cidadão José Alberto Costa Matos, cujo advogado considerou, em declarações à agência Lusa, que a anulação de uma das decisões da reunião, determinada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), colocaria em causa centenas ou milhares de actos realizados posteriormente pelos órgãos da instituição.

Esse ponto era a aprovação de alterações, entre outras, dos estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa, sobre o qual houve divergências na contagem dos votos.

Na nota enviada à Lusa, a CVP contesta essa leitura e diz que as alterações estatutárias na instituição são decididas pelo Governo, e não pela assembleia geral, assinalando que essas mudanças nos regulamentos foram aprovadas e publicadas num decreto-lei de Agosto de 2007, depois da reunião.

Esse diploma “mantém-se intocado” pela decisão do STJ, considera a nota da Cruz Vermelha, “não existindo, portanto, qualquer problema ou indefinição estatuária da instituição” nem se colocando a questão da anulação de decisões posteriores.

O reconhecimento da irregularidade da assembleia só foi conseguido no STJ, depois de ter sido rejeitada na primeira instância e no Tribunal da Relação de Lisboa.

O Supremo tomou a decisão com base no facto de que seriam necessários 86 votos dos 129 possíveis na assembleia para aprovar a deliberação, mas os votos favoráveis foram apenas 55, já que os restantes eram votos por representação.

Na opinião do advogado Freitas Gomes, representante do autor da acção, o que aconteceu em 2007 foi uma "chapelada" e, "ao abrigo da decisão do STJ, todos os actos praticados depois de 2007" podem vir a ser anulados por terem sido praticados com base no que considera ser uma ilegalidade.


Fonte: rcmpharma.com