quarta-feira, 25 de julho de 2012

CVP Aveiras de Cima - Apoio e ajuda no incêncio em Azambuja (22.07.2012)


No passado dia 22 de Julho deflafrou em Aveiras de Baixo, concelho de Azambuja um incêndio ao qual ocorreram 6 corporações de Bombeiros do distrito de Lisboa num total de 191 bombeiros, 57 viaturas e 3 meios aéreos.

A Delegação de Aveiras de Cima da C.V.P. também esteve envolvida com 5 viaturas (3 – 52 / B, 3 – 210 / A1, 3 – 206 / A2, 3 – 209 / A2, 3 – 15 / CC (Coordenação de Emergência) num total de 18 socorristas.

Tratou da evacuação da população ameaçada pelo incêncio, coordenação de meios de socorro e apoio logístico a todas as corporações de Bombeiros envolvidas, assim como assegurar as emergências pré-hospitalares do Concelho de Azambuja.






Notícia SIC





Fonte: CVP Aveiras

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Direcção diz que acórdão do Supremo Tribunal não anula decisões‏

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) emitiu na passada sexta-feira uma nota onde considera que a decisão judicial de anular uma deliberação de uma assembleia-geral da instituição não invalida decisões tomadas posteriormente, como defende o autor da acção, avança a agência Lusa.

A contestação judicial da assembleia, realizada em 2007, foi feita pelo cidadão José Alberto Costa Matos, cujo advogado considerou, em declarações à agência Lusa, que a anulação de uma das decisões da reunião, determinada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), colocaria em causa centenas ou milhares de actos realizados posteriormente pelos órgãos da instituição.

Esse ponto era a aprovação de alterações, entre outras, dos estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa, sobre o qual houve divergências na contagem dos votos.

Na nota enviada à Lusa, a CVP contesta essa leitura e diz que as alterações estatutárias na instituição são decididas pelo Governo, e não pela assembleia geral, assinalando que essas mudanças nos regulamentos foram aprovadas e publicadas num decreto-lei de Agosto de 2007, depois da reunião.

Esse diploma “mantém-se intocado” pela decisão do STJ, considera a nota da Cruz Vermelha, “não existindo, portanto, qualquer problema ou indefinição estatuária da instituição” nem se colocando a questão da anulação de decisões posteriores.

O reconhecimento da irregularidade da assembleia só foi conseguido no STJ, depois de ter sido rejeitada na primeira instância e no Tribunal da Relação de Lisboa.

O Supremo tomou a decisão com base no facto de que seriam necessários 86 votos dos 129 possíveis na assembleia para aprovar a deliberação, mas os votos favoráveis foram apenas 55, já que os restantes eram votos por representação.

Na opinião do advogado Freitas Gomes, representante do autor da acção, o que aconteceu em 2007 foi uma "chapelada" e, "ao abrigo da decisão do STJ, todos os actos praticados depois de 2007" podem vir a ser anulados por terem sido praticados com base no que considera ser uma ilegalidade.


Fonte: rcmpharma.com

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Decisão do STJ pode vir a anular milhares de atos pela direção desde 2007

Muitas centenas ou até milhares de actos praticados pela direção da Cruz Vermelha Portuguesa, desde a Assembleia-Geral de Janeiro de 2007, podem ser anulados após acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, disse à Lusa fonte ligada ao processo.

O acordão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), a que a Agência Lusa teve acesso, anulou a deliberação da Assembleia-Geral da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) de 17 de Janeiro de 2007 que aprovou um diploma de Alteração ao Regulamento Jurídico, Estatuto e Regulamento Geral de funcionamento da CVP. 

A ação foi interposta contra a CVP por José Alberto Costa Matos, que pediu que fosse decretada a invalidade das deliberações sociais tomadas naquela AG, alegando que a alteração dos estatutos foi aprovada com base na contabilização de votos por representação, possibilidade não prevista no regulamento.

 
 
 
Fonte:Diário Digital / Lusa

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Fogos na Madeira: Cruz Vermelha tem 70 voluntários no terreno

A delegação da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) tem no terreno 70 voluntários, quatro ambulâncias e três viaturas para apoiar a proteção civil e a população no combate aos incêndios, disse à Agência Lusa o vice-presidente Rui Nunes.

Rui Nunes, que se deslocou à Camacha para se inteirar as situação, explicou que a CVP assistiu durante esta noite diversas pessoas com problemas respiratórios na zona de Palheiro Ferreiro, Funchal.

O responsável reconheceu que os incêndios que decorrem na região «atingiram uma dimensão que não é habitual», admitindo alguma «impotência» face à proporção que os fogos tomaram.

«Fazemos o que podemos e a nossa intervenção continuará onde for precisa, até quando for precisa», adiantou Rui Nunes.

Questionado sobre a existência de mais uma tragédia para a Madeira, depois do temporal de 20 de fevereiro de 2010, que provocou 43 mortos e seis desaparecidos, e dos incêndios de agosto do mesmo ano que destruíram uma grande mancha florestal do concelho do Funchal, o dirigente respondeu: «são coisas da natureza».



Fonte: CVP Madeira

domingo, 8 de julho de 2012

Peter Maurer, novo presidente do CICV, inicia funções

Peter Maurer, o novo presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), assumiu funções a 1 de Julho de 2012 para um mandato de 4 anos renovável. Ele substitui Jakob Kellenberger que foi o presidente do CICV desde Janeiro de 2000 a Junho de 2012.

O novo presidente foi nomeado para a sua nova posição em Outubro 2011 pela Assembleia do CICV, o órgão governativo da organização.

O presidente do CICV tem como principal responsabilidade as relações externas da organização e, em estreita cooperação com o Director Geral do CICV, trata da sua diplomacia humanitária. No âmbito interno, assegura a coesão, o bom funcionamento e o desenvolvimento da organização.
Peter Maurer nasceu em Thoune, Suíça, em 1956. Estudou História e Direito Internacional em Berna onde obteve o título de doutor. Em 1987, ingressou no serviço diplomático suíço, ocupando diversos cargos, em Berna e Pretória, antes de ser transferido para Nova Iorque, em 1996, como observador adjunto permanente na missão suíça junto das Nações Unidas. Em 2000, foi designado embaixador e chefe da Divisão de Segurança Humana na sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suíça em Berna.

Em 2004, o Peter Maurer foi designado embaixador e representante permanente da Suíça nas Nações Unidas em Nova Iorque. Neste cargo, empenhou-se na integração da Suíça, que só recentemente passou a fazer parte das Nações Unidas, nas redes multilaterais. Em Junho de 2009, a Assembleia Geral elegeu-o como presidente do Quinto Comité, com a responsabilidade sobre os assuntos administrativos e orçamentais. Foi eleito ainda presidente da Comissão de Construção da Paz da ONU para a Configuração do Burundi. Em Janeiro de 2010, foi designado Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros da Suíça.

Perter Maurer é casado e tem dois filhos.


Fonte: cruzvermelha.pt

terça-feira, 3 de julho de 2012

Porquê????

Sobre o último post publicado no nosso blog, sobre o acidente que socorreu a CVP de Aveiras de Cima (aqui), tivemos conhecimento do relatório que a ANPC (Autoridade Nacional da Protecção Civil) tinha mencionado no seu site na altura do acidente, como se pode ver pela imagem seguinte:


Será que a CVP nunca é considerada nestes relatórios?

Podemos perceber que eventualemnte terá havido multiplicação de meios, visto ser só uma viatura sinistrada com 2 vítimas, e ter chegado ao T.O. 4 ambulâncias com 2 carros de salvamento.

E pressupondo que como foi a CVP que levou ao Hospital as 2 vítimas, que foi a primeira a chegar ao local, logo porque é que nos detalhes desse relatório podemos ler o seguinte?



Gostaríamos de ter uma resposta a estas questões...


Diário da CVP